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A UFBA abraçou Angela Davis

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Já era previsto. O Salão Nobre da Reitoria da UFBA seria pouco para a conferência Atravessando o tempo e construindo o futuro da luta contra o racismo, proferida pela filósofa e ativista estadunidense Angela Davis.

Pensando nisso, a Coordenação do evento, conforme foi divulgado, instituiu locais para transmissões ao vivo e em telão: a quadra ou o Auditório do IFBA e o Auditório do ISC/UFBA. Ambos no bairro do Canela.

Salvador, no entanto, queria mais; a Salvador mulher, negra, humanista e preocupada em combater as violências queria estar perto de Angela, sentir seu sorriso, trocar saberes com ela. 

Restava, portanto, liberar o espaço, promover sua ocupação, dar passagem à celebração que já se acenava durante todo o dia de ontem, 25 de julho.

Caravanas do interior da Bahia, de Sergipe, Pará, Alagoas, vieram para assistir à conferência de Angela Davis e, mesmo que sentados no chão, ouviram atentamente Angela começar sua fala pontando a grande emoção que sentia em estar com todos ali, celebrando o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Afro-Caribenha. "E o Julho das Pretas", falou Angela, em português.

Angela, que vem ao Brasil desde 1997, reconheceu em sua fala o sem número de grandes mulheres negras brasileiras ao longo da História e disse, " as mulheres negras brasileiras são o futuro do movimento no mundo".

O discurso de Angela Davis é, antes tudo, um discurso de solidariedade contra as violências perpetradas no mundo contemporâneo, sobretudo racismo e violência contra as mulheres negras. Racismo e violência no sistema carcerário contra a mulher negra queer, trans, portadora de deficiência. 

Tanto no Brasil quanto nos EUA, acrescentou, "o racismo está saturando as relações. As mulheres negras são o grupo mais não liberto, mais massacrado e mais violentado do mundo, mas não deixo de reconhecer o papel importante que têm, por manterem viva a chama da esperança”.

A conferência de Angela Davis na Reitoria, proposta pelo NEIM, foi acolhida pelo reitor João Carlos Salles, que acionou a equipe de gestão para assegurar toda a infraestrutura do evento e proporcionar as melhores condições logísticas a seu pleno êxito, incluindo o sistema de gravação e transmissão ao vivo. A Reitoria também se responsabilizou pela organização da entrevista coletiva da conferencista, na tarde de ontem, antes da palestra.

Angela Davis é ativista política de longa trajetória, ou seja, desde os anos 1970, quando se apresentou ao mundo como comunista e dirigente do grupo radical Panteras Negras (Black Panther Party). Ganhou mais notoriedade ao ser feita ré de um dos mais controvertidos julgamentos criminais da história de seu país, o que terminou por lhe valer, em 1979, o Prêmio Lênin da Paz. Traz no currículo décadas de lutas pelos direitos civis das pessoas negras e contra seu encarceramento em massa, batalhas contra múltiplas formas de racismo e de sexismo, temas a que mais recentemente adicionou o da sustentabilidade do planeta. Em paralelo, Davis é pensadora respeitada nos meios acadêmicos, reconhecida pela competente articulação que estabelece entre demandas dos movimentos sociais e reflexões teóricas. Formou-se em Filosofia pelas Universidades Brandeis dos Estados Unidos, Sorbonne, na França, e de Frankfurt, na Alemanha, e nesse percurso foi aluna de Jean-Paul Sartre e de Herbert Marcuse. Hoje ela ocupa a Cátedra Presidencial da Universidade da Califórnia no Departamento de Estudos Afroamericanos. Aos 73 anos, Angela Davis entende que “o desafio do século XXI não é reivindicar oportunidades iguais para participar da maquinaria da opressão, e sim identificar e desmantelar aquelas estruturas nas quais o racismo continua a ser firmado". Este é o único modo pelo qual "a promessa de liberdade pode ser estendida às grandes massas”, afirma. Autora de dezenas de livros, entre seus trabalhos mais lidos estão Mulheres, cultura e política, O significado de liberdade, As prisões estão obsoletas? e Mulheres, raça e classe, publicado em 1981 e recentemente lançado no Brasil.

Atravessando o tempo e construindo o futuro da luta contra o racismo | Conferência de Angela Davis

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Acontece amanhã, 25 de julho, às 18 horas, no Salão Nobre da Reitoria da UFBA, a conferência Atravessando o tempo e construindo o futuro da luta contra o racismo, proferida pela filósofa e ativista estadunidense Angela Davis.

O espaço do Salão Nobre é de 400 lugares e, pensando no excedente de público, a Coordenação do Evento instituiu locais para transmissões ao vivo e em telão: a quadra ou o Auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) e o Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA (ISC). Ambos no bairro do Canela.

No IFBA, a quadra oferece 400 lugares, o auditório, 292 e, no ISC são mais 127 poltronas. Além disso, é possível ouvir toda a conferência também à distância, graças à transmissão ao vivo assegurada pela WebTV UFBA (youtube.com/tvufba) e pela parceira TV Educativa (youtube.com/tvebahia, facebook.com/tvebahia ou, ainda, irdeb.ba.gov.br/tveonline).

 A atividade na Reitoria, proposta pelo NEIM, foi acolhida pelo reitor João Carlos Salles, que acionou a equipe de gestão para assegurar toda a infraestrutura do evento, nos três locais em que ele se desdobra, e proporcionar as melhores condições logísticas a seu pleno êxito, incluindo o sistema de gravação e transmissão ao vivo. A Reitoria também se responsabilizou pela organização da entrevista coletiva da conferencista, no mesmo dia da palestra.

Serviço: 

O quê: Atravessando o tempo e construindo o futuro da luta contra o racismo | Conferência de Angela Davis

Quando: terça-feira, 25 de julho, às 18 horas

Onde: Salão Nobre da Reitoria da UFBA (com trasmissão ao vivo em telão na quadra e no Auditório do IFBA e do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA (ISC)

*Angela Davis é ativista política de longa trajetória, ou seja, desde os anos 1970, quando se apresentou ao mundo como comunista e dirigente do grupo radical Panteras Negras (Black Panther Party). Ganhou mais notoriedade ao ser feita ré de um dos mais controvertidos julgamentos criminais da história de seu país, o que terminou por lhe valer, em 1979, o Prêmio Lênin da Paz. Traz no currículo décadas de lutas pelos direitos civis das pessoas negras e contra seu encarceramento em massa, batalhas contra múltiplas formas de racismo e de sexismo, temas a que mais recentemente adicionou o da sustentabilidade do planeta. Em paralelo, Davis é pensadora respeitada nos meios acadêmicos, reconhecida pela competente articulação que estabelece entre demandas dos movimentos sociais e reflexões teóricas. Formou-se em Filosofia pelas Universidades Brandeis dos Estados Unidos, Sorbonne, na França, e de Frankfurt, na Alemanha, e nesse percurso foi aluna de Jean-Paul Sartre e de Herbert Marcuse. Hoje ela ocupa a Cátedra Presidencial da Universidade da Califórnia no Departamento de Estudos Afroamericanos. Aos 73 anos, Angela Davis entende que “o desafio do século XXI não é reivindicar oportunidades iguais para participar da maquinaria da opressão, e sim identificar e desmantelar aquelas estruturas nas quais o racismo continua a ser firmado". Este é o único modo pelo qual "a promessa de liberdade pode ser estendida às grandes massas”, afirma. Autora de dezenas de livros, entre seus trabalhos mais lidos estão Mulheres, cultura e política, O significado de liberdade, As prisões estão obsoletas? e Mulheres, raça e classe, publicado em 1981 e recentemente lançado no Brasil.

A viola machete deu o tom na Praça da Artes

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Na tarde de quarta-feira, 12 de julho, a Praça das Artes foi marcada por sabedoria, tradição e samba-chula.

Na programação dessa edição do AÚ: A UFBA, os Mestres e Mestras de Capoeira e da Cultura Popular, estiveram o Mestre de Capoeira Felipe Santiago, de Santo Amaro, o Grupo Samba-Chula Filhos da Pitangueira e seu mestre, Zeca Afonso, e os representantes da Oficina de Viola Machete de São Francisco do Conde. 

A Oficina, hoje com apoio do Ministério da Cultura, ministra aulas gratuitas para novas gerações, além de fabricar instrumentos, tendo como modelo as violas machetes do mais célebre construtor desse instrumento do Recôncavo, Clarindo dos Santos, morto em 1980.

Mestre Zeca Afonso, do Grupo Samba-Chula Filhos da Pitangueira, é herdeiro desse instrumento cultuado em sua família há cinco gerações. Toca viola machete desde os 12 anos; e tem portanto, 70 anos de chula e de viola.

Mestre Felipe Santiago era muito tímido e "envergonhento" e ficava, quando rapaz, observando Popó (do Maculelê | Santo Amaro) jogar capoeira e 'brincar'. Popó chamava, "venha, neguinho'", mas o menino não ía. Mais tarde, com dois amigos, se reaproximou da roda; o mestre fez sinal com a cabeça e ele negou novamente."Depois entrei e a gente brincou legal". Órfão de pai e mãe, precisava sobreviver, mas, aos 20, com Vivi de Popó, retomou a Capoeira e pelas mãos de Mestre Carcará virou Mestre também.

Todo essa tradição e sabedoria foram passadas na tarde de 12 de julho, em mais uma edição do AÚ...

Como de costume, a Rodas de Capoeira e de Samba-Chula marcaram o final da tarde, com a participação da comunidade universitária e do público em geral.

AÚ: A UFBA, os/as Mestre/as de Capoeira, e da Cultura Popular integra o Programa Desfronteiras e é um conjunto de ações continuadas na área de capoeira promovidas pela Pró-Reitoria de Extensão Universitária (PROEXT), a partir de um grupo de trabalho formado pelos professores Pedro Abib, Mestra Janja, Guilherme Bertissolo, o servidor Paulo Magalhães, com apoio técnico de Deivison Braga (Dentinho). 

Conversa Aberta | Reinventando Smetak.

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Na véspera do Reinventando Smetak: concerto em Salvador, o Goethe-Institut Salvador-Bahia recebe em seu teatro, no dia 4 de julho, às 19h, a Conversa Aberta “Reinventando Smetak", com participação do músico, arte-educador e pesquisador Bira Reis; do compositor, escritor e professor Paulo Costa Lima, membro da Academia Brasileira de Música e da Academia de Letras da Bahia; do cantor, músico, compositor e produtor musical Tuzé de Abreu; do músico Uibitu Smetak, filho caçula do homenageado; e do cineasta Walter Lima, cujo filme documentário O Alquimista do Som (1978), sobre Walter Smetak, abre o debate da noite. A mediação será feita pela Profª Dra. Carmen Paternostro, vice-diretora da Escola de Dança da UFBA, dançarina, coreógrafa e diretora de espetáculos.

O encontro, que tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da Universitária (PROEXT-UFBA), tem entrada franca.

Reinventando Smetak é um projeto do Programa Artistas-em-Berlim do Deutscher Akademischer Austauschdienst (DAAD), maior organização alemã no campo de intercâmbio acadêmico, em cooperação com o Goethe-Institut. É patrocinado pela Fundação Cultural Federal da Alemanha, com apoio da Ernst von Siemens Musikstiftung, Pro Helvetia Fundação Suíça para a Cultura, Ministério das Relações Exteriores da Alemanha e Sociedade dos Amigos do Ensemble Modern e.V.

Em Salvador, o concerto tem o importante apoio local da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) e do Teatro Castro Alves.

Conversa Aberta “Reinventando Smetak + exibição do filme O Alquimista do Som (1978)
Quando: 4 de julho (terça-feira), 19h
Onde: Goethe-Institut Salvador-Bahia (Av. Sete de Setembro, 1809 – Corredor da Vitória)
Quanto: ENTRADA FRANCA

"Aú: A UFBA e os/as Mestres/as de Capoeira" | Edição de junho

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No dia 14 de junho, quarta-feira, às 15h30, a PROEXT promove mais uma edição do AÚ: A UFBA e os/as Mestre/as de Capoeira
 
O evento, como vem acontecendo sempre, será na Praça das Artes, Campus de Ondina.
 
AÚ: A UFBA e os/as Mestre/as de Capoeira, que integra o Programa Desfronteiras, é um conjunto de ações continuadas na área de capoeira promovidas pela PROEXT, a partir de um grupo de trabalho formado pelos professores Pedro Abib, Mestra Janja, Guilherme Bertissolo, o servidor Paulo Magalhães, com apoio técnico de Deivison Santos (Dentinho). 

Nesta edição, os convidados são Mestre Curió e o compositor Walmir Lima.

 

Mestre Curió | Nascido na Paraíba, em 23 de janeiro de 1937, e criado em Santo Amaro da Purificação, Recôncavo Baiano, Jaime Martins dos Santos, o então Curiozinho, herdou da sua família o dom da Capoeira. O seu avô Curió e seu pai José Martins foram contemporâneos do lendário Besouro Mangagá. Em 1968, após experiências com outras lutas marciais (karatê, luta livre e boxe), passa a frequentar o Centro Esportivo de Capoeira Angola do Mestre Vicente Ferreira Pastinha, no nº 14 da Rua Alfredo de Brito, Pelourinho. A partir de então, após o reconhecimento público como Mestre, ele cria a Escola de Capoeira Angola Irmãos Gêmeos do Mestre Curió, em 1971, com sede provisória na Boa Vista de São Caetano. Mestre Curió tem seu trabalho reconhecido no mundo inteiro sendo condecorado como Embaixador da Cultura Brasileira na ONU e tendo recebido o Título de Doutor Honoris Causa pela Universidade do México, dentre inúmeros títulos e menções honrosas, de uma vida dedicada a Capoeira Angola. Atualmente Mestre Curió, uma das maiores lendas vivas da Capoeira, dá aulas na suas escolas no Pelourinho e no Forte da Capoeira em Salvador, tendo sua arte se espalhado em todos os continentes.

Walmir Lima | Nascido em 18 de junho de 1931 na Rua do Futuro, no bairro do Tororó em Salvador. Seu pai, Carlos Lima era maestro e dono da Orquestra Bahia Serenaders, sendo em sua época um dos grandes animadores de bailes da Bahia. Foi nesse clima musical que se deu a formação do futuro grande sambista. Desde muito cedo Walmir Lima demonstrou o seu talento artístico e em 1954 compõe sua primeira música, Sem o seu amor, apresentada como uma das concorrentes do concurso de carnaval promovido pela prefeitura de Salvador e defendida pela jovem cantora Lina Ferreira. Assim começou a carreira de um dos maiores sambistas do Brasil, autor de Ilha de Maré, dentre outros sucessos. Atualmente Walmir Lima continua compondo belos sambas e canções românticas, morando Salvador e realizando inúmeros shows, mostrando todo o seu talento, e reafirmando a chancela de Sambista Perfeito. 

Em projeto experimental em 2016, oito reconhecidos/as Mestres/as da Capoeira (Pelé, Bola Sete, Nenel, Cafuné, Cobra Mansa, Janja, Boca Rica e Virgílio) participaram de quatro eventos na Praça das Artes, com a comunidade da UFBA e os participantes dos grupos envolvidos, em rodas de conversas, com rodas e oficinas de capoeira, na perspectiva de construção de articulações entre os saberes, reconhecendo o notório saber dos mestres, com vistas ao fortalecimento das ações extensionistas na capoeira.

Serviço:

O quê: AÚ: A UFBA e os/as Mestre/as de Capoeira | Uma ação integrada ao Programa Desfronteiras (PROEXT)

Quando: 14 de junho, quarta-feira, às 15h30. 

Onde: Praça das Artes, Campus de Ondina.

ENTRADA FRANCA

 

 

 

 

 

Café Cultural – A Importância Ética e Política das Intelectuais Negras | Evento aprovado na Chamada para Concessão de Apoio à Organização de Eventos Estudantis 2017

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A Importância Ética e Política das Intelectuais Negras 

Esse é o tema do Café Cultural Ao Sabor do Saber, que será realizado no dia 08 de Junho de 2017, às 18 horas, no Museu de Arte da Bahia (MAB), Corredor da Vitória.

A iniciativa é resultante de uma proposta aprovada na Chamada para Concessão de Apoio à Organização de Eventos Estudantis 2017, promovida pela PROEXT.

O evento tem como um dos objetivos denotar a importância de intelectuais que se reconhecem como mulheres negras; por conseguinte, busca estimular reflexões acerca dos seus conhecimentos e de suas ações em diversos âmbitos da sociedade.

Para mais informações, clique AQUI.

Serviço

O quê: Café Cultural – A Importância Ética e Política das Intelectuais Negras | Evento aprovado na Chamada para Concessão de Apoio à Organização de Eventos Estudantis 2017.

Quando: 08 de Junho de 2017, às 18h.

Onde: Museu de Arte da Bahia (MAB), Corredor da Vitória.

 

 

 

 

 

 

 

 

PROEXT DIVULGA | Prêmio Laureate Brasil de Empreendimentos Social

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Desde 2015, a UNIFACS integra o Prêmio Laureate Brasil de Empreendedorismo Social. Trata-se de um prêmio que visa reconhecer e apoiar jovens empreendedores sociais empenhados em promover mudanças significativas nas comunidades em que atuam. Esta iniciativa faz parte das ações da International Youth Foundation, Ong americana que já ajudou 1330 jovens empreendedores sociais, de 70 países, nos últimos 15 anos. http://www.youthactionnet.org

Coube à UNIFACS, identificar, recrutar e selecionar jovens dos estados da Bahia e Sergipe, que liderem projetos nas áreas de cidadania, diversidade, saúde, educação, meio-ambiente e promoção da cultura. Estes jovens receberão uma premiação em dinheiro para ser investida em suas iniciativas, capacitação on line e presencial e passarão a integrar esta grande rede de empreendedores sociais, mantida pela International Youth Foundation.

Podem se candidatar ao prêmio jovens entre 18 e 29 anos (não precisam ser estudantes de nossas IES) e autoras de um projeto social atuante há seis meses e com benefícios comprovados em sua comunidade. Em anexo, segue o material de divulgação. As inscrições estão abertas até o dia 31 de maio, pelo link:

http://premiolaureatebrasil.com.br/.

Serviço:

O quê: Prêmio Laureate Brasilde Empreendimentos Social

Quando: inscrições abertas até 31 de maio

Onde: http://premiolaureatebrasil.com.br/

Para quem: jovens entre 18 e 29 anos (não precisam ser estudantes de nossas IES) 

Mais informações AQUI

 

Cinemas em Rede estreando em 2017 | Exibição de "Olympia".

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O Cinema da UFBA recebe dia 9 de março, próxima quinta-feira, a primeira sessão do ano do projeto Cinemas em Rede, quando será exibido Olympia, documentário de Rodrigo Mac Niven.

Após a exibição, haverá um debate, que vai acontecer no Cinema Universitário da UFF, com transmissão ao vivo e interação com todas as salas de exibição conectadas à Rede.

Histórias do jornalista investigativo Lucio Vaz, autor dos livros Ética da malandragem e Sanguessugas do Brasil, sobre os bastidores de Brasília, instigaram o diretor. Durante o Congresso Internacional anti-corrupção em Brasilia/2012, foram gravados os primeiros depoimentos internacionais sobre o tema. Em 2014, o diretor conhece o personagem central da trama do filme, o advogado J.C. que, após uma minuciosa investigação, revela uma teia de corrupção que tem início no final do século 19, com a grilagem de terras e chega até os dias de hoje, com os bastidores da construção do campo de golfe olímpico.

O diretor e roteirista Rodrigo Mac Niven é um dos mais contundentes realizadores de sua geração. Seus filmes, que tratam de questões globais a partir de realidades locais, impactam a vida de muitas pessoas, viajaram o mundo por festivais de cinema, ganharam reconhecimento e continuam sendo exibidos na televisão e em eventos pelo Brasil, gerando muitas discussões e deixando um legado imprescindível para o mundo.

A sessão do Cinemas em Rede é fruto do Rede de Cinemas Digitais, projeto que interconecta diversos cinemas universitários pelo país através da rede acadêmica, desenvolvido pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) em parceria com o Ministério da Cultura (MinC).

 

Serviço:

O quê: Cinemas em Rede. Exibição de Olympia, documentário de Rodrigo Mac Niven

Onde: Cinema da UFBA, Vale do Canela, Salvador, BA

Quando: 9 de março, 19h.

ENTRADA FRANCA

PROEXT CONVIDA | NOVA TEMPORADA | Espetáculo de Dança "Mulheres do Àse – Performance Ritual"

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No âmbito das comemorações UFBA 70 ANOS, a Pró-Reitoria de Extensão desdobra mais um eixo do seu Programa de Apoio às Artes; desta vez, dedicando-se à produção artística de servidores-artistas, ao tempo que reafirma seu propósito de fomentar interfaces entre tradição e experimentação articulando as culturas acadêmica, popular e tradicional.

Mulheres do Àse – Performance Ritual, peça coreográfica concebida e dirigida pela dançarina e coreógrafa Edileusa Santos (Escola de Dança) e com assessoria de Hebe Alves (docente convidada), estreia como projeto piloto de apoio a experiências de composição artística com elenco de servidores lotados nas Escolas de Teatro, Música e Belas Artes, retomando a antiga prática de "integração artística" que fez parte dos currículos de graduação das Artes na UFBA. 

 

 

Arte, fé e resistência marcam espetáculo de Dança estrelado por servidores da UFBA.

 

Depois de uma estreia de sucesso de público em outubro, volta a cartaz o Mulheres do Àse – Performance Ritual, um espetáculo que revela crença, sentimentos e resistências das mulheres que atuam nas religiões de matrizes africanas.

As apresentações acontecem nos dias 9 e 10 de fevereiro, às 20 horas, e 11 e 12, às 19 horas, no Teatro Martim Gonçalves, na Escola de Teatro da UFBA, Canela.

Para a servidora artista em arte negra e coordenadora da atividade Edileusa Santos, isso "significa um desafio revestido de muita responsabilidade, muito respeito e muito amor. É, sobretudo, expressar e reafirmar a relevância e o papel que essas mulheres têm na construção da cultura e sociedade brasileiras".

Multilinguagem

O espetáculo, no palco, é intercalado por vídeo-depoimentos de importantes Mulheres do Àse, como Mãe Stella de Oxossi, Ebomi Nice de Iansã, Makota Valdina, Mãe Beata de Iemanjá, Vanda Machado e as Irmãs da Irmandade da Boa Morte. Cada uma, dando sua perspectiva sobre o que é ser Mulher do Àse.

Mulheres do Àse – Performance Ritual é um espetáculo de celebração, de percepção, de personalidade, de fé e àse pelos Orixás, Inquices, Voduns e Caboclos. Essa celebração caracteriza-se por rituais, dentro do universo holístico, em que tudo gira em torno do cosmo que é o sentido do àse. É uma performance onde o movimento do círculo representa a criação e recriação da vida. São representações imagéticas onde se concentra a fé, o acolhimento e o àse dessas mulheres. Cria-se assim um locus onde se sugere ao espectador uma tridimensionalidade dessas imagens simbólicas, percebidas na dualidade entre o Àse e o universo contemporâneo. A simbologia da dança de candomblé e os ícones de poder e proteção dessas mulheres interligadas; a música, a imagem, a história e a poesia fazem parte do jogo performático em que se cria um ambiente do àse e da fé pelas divindades, cuja valorização se manifesta na plasticidade da cena e no corpo maduro das intérpretes.

O espetáculo é ainda parte das comemorações dos 60 anos da Escola de Dança e os 70 anos da UFBA; os servidores técnicos artistas se juntam nessa produção artística para celebrar as datas. 

A Direção Geral, Concepção e Roteirização Cênica são da artista em arte negra Edileusa Santos. Compõem o elenco artístico Fátima Carvalho, Jaqueline Elesbão, Sandra Santana, Sueli Ramos e Tânia Bispo. A Direção Musical é assinada por Alexandre Espinheira, Gilberto Santiago e Luciano Salvador Bahia. Trilha original de Alexandre Espinheira, Gilberto Santiago e Sara Fernandes. Os músicos do espetáculo são Sara Fernandes e João Victor. A realização do Mulheres do Àse – Performance ritual conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão Universitária da UFBA.

Serviço:

O quêMulheres do Àse – Performance Ritual.

Quando: 9 e 10 de fevereiro, às 20 horas, e 11 e 12, às 19 horas.

Onde: Teatro Martim Gonçalves, na Escola de Teatro da UFBA, Canela.

ENTRADA FRANCA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Aú: A UFBA e os/as Mestres/as de Capoeira" | Quatro encontros com mestres/as da Capoeira marcados pela troca de saberes.

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"Capoeira Angola, você apaixona as pessoas quando te veem pela primeira vez" (Mestre Boca Rica).

 

Em quatro encontros – dois deles durante o SEMENTE 2016 –, a PROEXT realiza com êxito projeto piloto do Programa Desfronteiras, um de seus mecanismos de apoio à extensão universitária.

Os outros dois encontros do Aú: A UFBA e os/as Mestres/as de Capoeira aconteceram ontem e hoje, 29 e 30.11, às 15 horas na Praça das Artes, Campus de Ondina, e trouxeram um grande número de interessados nos ensinamentos daqueles/as mestres/as da Capoeira.

Ali, puderam fazer perguntas, tirar dúvidas sobre a tradição da Capoeira e com isso estreitar ainda mais a relação da comunidade universitária com uma das mais fortes manifestações das culturas tradicionais brasileiras.

segundo momento de cada encontro era a formação da Roda de Capoeira, quando os/as Mestres/as conduziram – dessa vez, na prática  com arte e "malícia" a articulação entre os saberes.

O AÚ: A UFBA e os/as Mestre/as de Capoeira é o segundo projeto piloto do Programa Desfronteiras, um conjunto de ações continuadas na área de capoeira promovidas pela PROEXT, a partir de um grupo de trabalho formado pelos professores Pedro Abib, Mestra Janja, Guilherme Bertissolo, o servidor Paulo Magalhães, com apoio técnico de Deivison Santos (Dentinho). 

Em 2016, 8 reconhecidos/as Mestres/as da Capoeira (Pelé, Bola Sete, Nenel, Cafuné, Cobra Mansa, Janja, Boca Rica e Virgílio) participaram de 4 eventos na Praça das Artes, com a comunidade da UFBA e os participantes dos grupos envolvidos, em rodas de conversas, com rodas e oficinas de capoeira, na perspectiva de construção de articulações entre os saberes, reconhecendo o notório saber dos mestres, com vistas ao fortalecimento das ações extensionistas na capoeira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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