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Seminário enfatiza relação entre corpo, cultura e lazer

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Expressões multiculturais a partir do corpo, da cultura, do ambiente e das relações étnico-raciais. Este é o tema central do III Seminário Corpo, Cultura e Lazer, realizado na Faculdade de Educação da UFBA, de 23 a 27 de julho. Promovido pelo grupo de pesquisa História da Cultura Corporal, Educação, Esporte, Lazer e Sociedade (HCEL) e coordenado pela professora da UFBA Maria Cecília de Paula Silva, a inscrição para o evento é gratuita e pode ser realizada através do site.

A abertura do Seminário será na FACED, às 18h de 23 de julho (terça-feira), com a presença da direção da Faculdade, da coordenação da Pós-Graduação e de representantes dos grupos de pesquisas HCEL, MEL e CORPO. Após a abertura, está programada uma mesa-redonda com pesquisadores da linha Educação, Cultura Corporal e Lazer para um debate sobre a importância dessa área de investigação para as Ciências Humanas.

Em sua terceira edição, o Seminário Corpo, Cultura e Lazer busca um dialogo interdisciplinar entre diversas áreas do conhecimento, como História, Sociologia, Educação, Antropologia, Geografia, entre outros, enfatizando a compreensão da realidade social e multicultural das comunidades locais a partir do ensino. “A relação entre a educação básica e superior e as comunidades centenárias possibilita aportes inovadores para a produção do conhecimento cientifico e cultural de nosso povo, através das memórias e histórias do Brasil”, explica Maria Cecília Silva, coordenador do Seminário.

 

O quê: III Seminário Corpo, Cultura, Lazer: história e memória do para uma educação interdisciplinar e relações étnico-raciais

Quando: 23 a 27 de julho de 2013

Onde: Faculdade de Educação da UFBA

Mais informações: http://seminariocorpoculturalazer.blogspot.com.br

Encontro debate a formação na Escola de Administração da UFBA

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O Ciclo de Encontros da EAUFBA discute aspectos relacionados à natureza e às fronteiras da formação oferecida pela Escola. A abertura dessa primeira edição será às 9h15 de 09 de julho (terça-feira), na Escola de Administração da UFBA, com a presença de Francisco Teixeira e Ernani Coelho, diretor e vice da EAUFBA, além de Horácio Hasteinheiter, coordenador do Núcleo de Extensão, e de Rosana Boullosa, coordenadora do Observatório da Formação em Gestão Social.

Durante o dia, estão previstas duas mesas-redondas: Campo de Públicas e Gestão Social: interfaces na formação, profissão e carreira, das 9h30 às 12h30, mediado pela professora Rosana Boullosa e com a participação de professores convidados. E Experiências de formação discente, com a presença dos estudantes da EAUFBA e a mediação sob responsabilidade do professor Fábio Ferreira.

A intenção principal do Ciclo é ampliar e aprofundar o debate sobre aspectos da formação do administrador através das sugestões dos grupos de pesquisa e da comunidade da Escola de Administração. Cada encontro pode trazer, além da mesa-redonda, painel, workshop ou conferência.

Ciclo de Encontros da EAUFBA

PROGRAMAÇÃO

09h15 – Abertura

Prof. Francisco Teixeira – Diretor da Escola de Administração da UFBA

Prof. Ernani Coelho – Vice diretor da Escola de Administração da UFBA

Prof. Horácio Hasteinheiter – Coordenador do Núcleo de Extensão da Escola de Administração da UFBA

Profª. Rosana Boullosa – Coordenadora do Observatório da Formação em Gestão Social

 

09h30 às 12h30 – Mesa Redonda

Campo de Públicas e Gestão Social: interfaces na formação, profissão e carreira

Mediação: Profª. Rosana Boullosa (UFBA)

Prof. Fernando Coelho (USP) - Formações e carreiras na campo de públicas

Prof. Francisco Teixeira (UFBA) - A administração pública e as formações em gestão

Profª. Tânia Fischer (UFBA) - A formação em gestão social (CIAGS e LABOR)

Prof. Edgilson Tavares (UFRB) - A graduação tecnológica em Gestão Pública na UFRB

Prof. Genauto França Filho (UFBA) - Gestão Social e Gestão Pública: quais relações são possíveis?

 

16h00 às18h30 – Mesa Redonda

Experiências de formação discente

Mediação: Prof. Fábio Ferreira (UFBA)

Lucas Evencio – A experiência da JP Júnior da Fundação João Pinheiro (FJP/Belo Horizonte, MG)

Leonardo Amorim e Camila Rogério – Os desafios de gestão da Empresa Jr. Administração UFBA

Vitor Bittencourt – A experiência de implementação da Otimiza Jr. da graduação de Engenharia de produçâo da UFBA

Lídia Rafaela Santos e Iago Pereira Itã – A experiência da formação de uma organização discente na graduação tecnológica em gestão pública e gestão social da Escola de Administração da UFBA

Lisandra dos Santos Alcântara – A experiência da Empresa Júnior de Secretariado Executivo da Escola de Administração da UFBA

Santander premia projetos de extensão sobre desenvolvimento sustentável

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Os Prêmios Santander Universidades 2013 chegam a sua 9ª edição com o objetivo de reconhecer projetos brasileiros relevantes de alunos, professores e Instituições de Ensino Superior (IES). Com as inscrições abertas até 17 de setembro, a categoria Universidade Solidária é destinada aos projetos de extensão universitária. Mais informações sobre as regras e as outras categorias no site santander.com.br/universidades. Os prêmios serão entregues em 19 de novembro, em São Paulo.

Santander UniversidadesAs atividades de extensão universitária que tenham contado com participação de professores, alunos e comunidade podem ser inscritas em Universidade Solidária, desde que tenham sido destinadas ao desenvolvimento sustentável e enfatizado a geração de renda. No total, oito projetos serão premiados, recebendo cada um R$ 100 mil para aperfeiçoamento e implantação. Entre os parceiros para a avaliação dos projetos, estão: Academia Brasileira de Ciência, Babson College, Fundação Dom Cabral, Endeavor Brasil, Unisol e Editora Abril.

Os Prêmios Santander Universidades trazem ainda três outras categorias: Ciência e Inovação, que premiará produções de pesquisa científica realizadas por doutores que sejam professores em IES; Empreendedorismo, destinada aos estudantes de graduação ou pós que desenvolveram projetos com perfil e postura de empreendedores; Destaques do ano, que visa ao reconhecimento das ações e dos projetos realizados pelas IES.

Café Científico Salvador debate problemas dos espaços urbanos

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O Auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca dos Barris) recebe às 18h de 05 de julho (sexta-feira) a palestra “Desafios da cidade: que urbanismo?”. Ana Fernandes, professora da Faculdade de Arquitetura da UFBA, é a convidada desta edição do Café Científico Salvador para falar sobre o problema das apropriações dos espaços urbanos. A entrada é gratuita e sem inscrição.

O evento, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS), pela LDM - Livraria Multicampi e pela Biblioteca Pública do Estado da Bahia, trará uma discussão sobre a necessidade de regulação das ações públicas e privadas pelo uso do espaço a partir do interesse coletivo. “Regula-se caso a caso, a depender da demanda”, esclarece a professora Ana Fernandes.

Segundo a palestrante, como o crescimento econômico atual está calcado na expansão da construção civil e da indústria automobilística, percebe-se que Salvador vive em meio a um problema de gestão, de produção de espaço e de imobilidade. “Fragmentação e privatização não podem ser as palavras de ordem da ação pública sobre o território”, defende Fernandes.

Café Científico

Coordenador pelo professor Charbel Niño El-Hani, o Café Científico possui três ramos. O Café Científico UFBA é trimestral e traz pesquisadores renomados em sua área para falar com o público universitário e a sociedade sobre temas relevantes na atualidade que demandam uma compreensão e um conhecimento científico. O Café Científico Salvador possui uma periodicidade mensal e acontece sempre no Auditório da Biblioteca Central dos Barris, trazendo pesquisadores de universidades e centros de pesquisa do estado da Bahia para falar para o público em geral, principal foco do evento, ainda que possua também participação do público acadêmico. Finalmente, o Café Científico Acta consiste numa série especial de cafés que ocorre durante a Semana de Arte, Cultura, Ciência e Tecnologia (ACTA) da UFBA com pesquisadores da própria universidade, focando no público acadêmico.

 

O quê: “Desafios da Cidade: que urbanismo?” – palestra do Café Científico Salvador.

Convidada: Profª. Ana Maria Fernandes

Quando: 05 de julho (sexta-feira), às 18h

Onde: Auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca dos Barris)

Entrada gratuita

Mais informações: (71) 3283-6568 ou http://cafecientificossa.blogspot.com

Restauração ambiental não deve ser desculpa para degradação

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A restauração da ecologia vem se desenvolvendo, mas está longe de deixar os ambientes iguais ou melhores do que antes da degradação. "Qualquer floresta conservada vale mais do que uma restaurada", explica Efraim Rodrigues, Doutor pela Universidade de Harvard e professor da Universidade Estadual de Londrina. O pesquisador foi o convidado do último Café Científico da UFBA, em 17 de junho.

Blandina Felipe Viana, Pró-Reitora de Extensão, no abertura do Café Científico da UFBA. Foto: Allysson VianaNa Sala de Arte Cinema da UFBA, Blandina Felipe Viana, Pró-Reitora de Extensão da UFBA​, e Charbel El-Hani, coordenador do Café Científico e professor do Instituto de Biologia da UFBA, apresentaram Efraim Rodrigues e não deixaram de comentar o esvaziamento do Café Científico da UFBA, que costuma ter uma média de público de 100 pessoas por edição. O Movimento Passe Livre em Salvador, que levava na ocasião mais de 10 mil manifestantes às ruas, foi citado como um dos fatores. A situação não foi um problema para Rodrigues, que, em tom de brincadeira, disse: "não costumamos tomar café com 100 pessoas", em referência ao nome e ao modelo do evento.

Além da conferência, o pesquisador fez o lançamento do seu livro Ecologia da Restauração, que demorou 12 anos para ser escrito. Efraim Rodrigues ficou feliz pela coincidência, pois, caso o encontro não fosse adiado para duas semanas depois do que estava programando, a obra seria apenas um projeto ainda não lançado. Vislumbrando um público de diversas áreas de conhecimento com interesse em questões ambientais, a palestra não tratou o assunto de modo tão específico e teórico. "Eu vim contar história de restaurações", esclareceu o autor.

Efraim Rodrigues no Café Científico da UFBA. Foto: Allysson Viana

Ao todo, foram seis histórias de restauração em lugares como Níger e China, além de Índia e Brasil, com dois contos de cada país. ​A primeira história foi a da recuperação vegetal na Floresta da Tijuca, realizada por Dom Pedro II em 1861. O último monarca brasileiro queria melhorar a água do Rio de Janeiro, embora pouca coisa tenha sido de fato restaurada. A África, através do Níger, foi o segundo exemplo. O país, constitucionalmente, dizia que as árvores eram de propriedade do Estado, fazendo com que a população não plantasse. Após a mudança na lei, um grupo resolveu adquirir terrenos degradados, restaurá-los, vendê-los e depois começar tudo de novo. Esse ciclo criou um dos únicos projetos de restauração visível por satélite, segundo Efraim Rodrigues.

A outra história veio de uma única pessoa na Índia. O cidadão pediu ajuda ao governo para a restauração de um terreno e recebeu uma resposta negativa. Os governantes o mandaram plantar bambu. Apesar de o conselho ser ruim para o solo, foi o que fez. Após perceber que a ação não estava dando certo, realizou várias experiências ao longo da década. Quando a restauração estava sendo feita de modo correto, o projeto acabou após ser destruído por elefantes, algo que não achou ruim, afinal, aquilo era algo natural.

A restauração da ecologia vem se desenvolvendo, mas está longe de deixar os ambientes iguais ou melhores do que antes da degradação. "Qualquer floresta conservada vale mais do que uma restaurada", explica Efraim Rodrigues, Doutor pela Universidade de Harvard e professor da Universidade Estadual de Londrina. O pesquisador foi o convidado do último Café Científico da UFBA, em 17 de junho.  Na Sala de Arte Cinema da UFBA, Blandina Felipe Viana, Pró-Reitora de Extensão da UFBA​, e Charbel El-Hani, coordenador do Café Científico e professor do Instituto de Biologia da UFBA, apresentaram Efraim Rodrigues e não deixaram de comentar o esvaziamento do Café Científico da UFBA, que costuma ter uma média de público de 100 pessoas por edição. O Movimento Passe Livre em Salvador, que levava na ocasião mais de 10 mil manifestantes às ruas, foi citado como um dos fatores. A situação não foi um problema para Rodrigues, que, em tom de brincadeira, disse: "não costumamos tomar café com 100 pessoas", em referência ao nome e ao modelo do evento.  Além da conferência, o pesquisador fez o lançamento do seu livro Ecologia da Restauração, que demorou 12 anos para ser escrito. Efraim Rodrigues ficou feliz pela coincidência, pois, caso o encontro não fosse adiado para duas semanas depois do que estava programando, a obra seria apenas um projeto ainda não lançado. Vislumbrando um público de diversas áreas de conhecimento com interesse em questões ambientais, a palestra não tratou o assunto de modo tão específico e teórico. "Eu vim contar história de restaurações", esclareceu o autor.    Ao todo, foram seis histórias de restauração em lugares como Níger e China, além de Índia e Brasil, com dois contos de cada país. ​A primeira história foi a da recuperação vegetal na Floresta da Tijuca, realizada por Dom Pedro II em 1861. O último monarca brasileiro queria melhorar a água do Rio de Janeiro, embora pouca coisa tenha sido de fato restaurada. A África, através do Níger, foi o segundo exemplo. O país, constitucionalmente, dizia que as árvores eram de propriedade do Estado, fazendo com que a população não plantasse. Após a mudança na lei, um grupo resolveu adquirir terrenos degradados, restaurá-los, vendê-los e depois começar tudo de novo. Esse ciclo criou um dos únicos projetos de restauração visível por satélite, segundo Efraim Rodrigues.  A outra história veio de uma única pessoa na Índia. O cidadão pediu ajuda ao governo para a restauração de um terreno e recebeu uma resposta negativa. Os governantes o mandaram plantar bambu. Apesar de o conselho ser ruim para o solo, foi o que fez. Após perceber que a ação não estava dando certo, realizou várias experiências ao longo da década. Quando a restauração estava sendo feita de modo correto, o projeto acabou após ser destruído por elefantes, algo que não achou ruim, afinal, aquilo era algo natural.  Na China, objetivando a obstrução do caminho da água em uma fazenda desertificada, um grupo de pessoas começou a colocar capim no terreno. A outra história da Índia é sobre o plantio de centena de milhares de árvores feito próximo ao mar em apenas 24 horas. A vila foi atingida anos depois pelo Tsunami de 2004, que devastou diversas cidades banhadas pelo Oceano Índico, porém, as árvores plantadas diminuíram a destruição do local. Por fim, Efraim Rodrigues falou sobre o solo amazônico, especialmente o conhecido como "terra preta de índio", que continua fértil mesmo a matéria orgânica tendo sido colocada há mais de mil anos. O pesquisador explicou que uma matéria orgânica na Amazônia duraria menos de um ano, nas condições atuais.  ​Durante a palestra “Ecologia da Restauração, a restauração da ecologia?"​, Rodrigues frisou que o avanço da restauração ambiental não exclui os atos de preservação e conservação. "Não conseguimos consertar e deixar como estava. Os estudos e as ações de restauração não devem ser uma desculpa para a degradação", decreta o pesquisador.  ​A ecologia da restauração é o campo científico que trata, na prática, da recuperação ambiental, tornando possíveis as condições originais da flora, fauna, solo e clima. Segundo Rodrigues, a preservação é imprescindível porque uma recuperação de ecossistema leva no mínimo 15 anos para ser feita, sendo necessário um estudo das áreas para se saber quais espécies existiam no local.Na China, objetivando a obstrução do caminho da água em uma fazenda desertificada, um grupo de pessoas começou a colocar capim no terreno. A outra história da Índia é sobre o plantio de centena de milhares de árvores feito próximo ao mar em apenas 24 horas. A vila foi atingida anos depois pelo Tsunami de 2004, que devastou diversas cidades banhadas pelo Oceano Índico, porém, as árvores plantadas diminuíram a destruição do local. Por fim, Efraim Rodrigues falou sobre o solo amazônico, especialmente o conhecido como "terra preta de índio", que continua fértil mesmo a matéria orgânica tendo sido colocada há mais de mil anos. O pesquisador explicou que uma matéria orgânica na Amazônia duraria menos de um ano, nas condições atuais.

​Durante a palestra “Ecologia da Restauração, a restauração da ecologia?"​, Rodrigues frisou que o avanço da restauração ambiental não exclui os atos de preservação e conservação. "Não conseguimos consertar e deixar como estava. Os estudos e as ações de restauração não devem ser uma desculpa para a degradação", decreta o pesquisador.

​A ecologia da restauração é o campo científico que trata, na prática, da recuperação ambiental, tornando possíveis as condições originais da flora, fauna, solo e clima. Segundo Rodrigues, a preservação é imprescindível porque uma recuperação de ecossistema leva no mínimo 15 anos para ser feita, sendo necessário um estudo das áreas para se saber quais espécies existiam no local.

Ciclos Weberianos enfatizam aspectos da obra de Max Weber

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campus de São Lázaro, especificamente o Auditório CRH, recebe os Ciclos Weberianos, um conjunto de palestras que visam à discussão da obra de Max Weber, economista alemão e um dos fundadores da Sociologia. Estudantes e pesquisadores de Ciências Sociais e de áreas afins poderão conferir os encontros que ocorrem das 10h às 12h, em todas as sextas-feiras de julho e agosto. As inscrições devem ser realizadas através do e-mail: ciclosweberianosffch@gmail.com, recebendo certificação apenas quem obtiver 75% de presença no evento.

Max Weber. Fonte: DivulgaçãoOs Ciclos Weberianos, promovido por professores e discentes do curso de Ciências Sociais da UFBA, busca traçar um panorama das questões principais do pensamento de Weber, relacionando três ciências que se desenvolveram a partir de suas obras: Antropologia, Ciência Política e Sociologia. O evento faz parte dos Diálogos em Ciências Sociais, projeto que organiza encontros com estudantes e docentes de Ciências Sociais da UFBA. Em 2014, tendo em vista a celebração de 150 anos do nascimento de Max Weber, pretende-se realizar um evento ainda maior, com convidados externos e mais aprofundamento em seu pensamento.

“Além de ter fornecido os pilares para a autonomia das Ciências Sociais, há nas obras de Weber referências sobre a importância da compreensão do fenômeno social e do comportamento humano”, explica Maria Salete de Amorim, uma das coordenadoras do evento e professora de Ciência Política da UFBA. O "método compreensivo", o conceito de "tipo ideal" e a análise dos "processos de racionalização” estão entre os principais aspectos e mais conhecidos da produção do sociólogo alemão. Segundo Salete, cada palestra corresponde a um próprio ciclo de debates, através das influências de Weber.

PROGRAMAÇÃO*

05/07 - Palestra  de  abertura "Weber em Heidelberg", com Clovis Zimmermann (UFBA)

12/07 - "Weber, política e cidadania", com Maria de Souza Palácios (UNEB)

19/07 - "Política e democracia em Max Weber", com Paulo Fábio Dantas (UFBA)

26/07 - "Ética do trabalho", com Graça Druck (UFBA)

02/08 - "Convicção e responsabilidade em Max Weber: notas biográficas", com Alexandre San Goes

09/08 - “A Sociologia da Religião de Weber", com Miriam Rabelo (UFBA)

16/08 - "O conceito de Status em Max Weber", com Ruthy Laniado (UFBA)

23/08 - "Metodologia das Ciências Sociais", com Paulo César Borges Alves (UFBA)

30/08 - "Comunidades étnicas”, com Maria Rosário de Carvalho (UFBA)

 

* Os Ciclos Weberianos acontecem às sextas-feiras de julho e agosto, das 10h às 12h, no Auditório CRH

Sessão de vídeo discute saída do exército brasileiro do Haiti

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O projeto de extensão DOCSETOQUE exibe o documentário O que se passa no Haiti (2007), de Kevin Pina, às 18h de quarta-feira (12/06) no Auditório da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da UFBA. O encontro, intitulado Ações e retirada das tropas do exército brasileiro do Haiti, traz para o debate a professora Edenice Santana, integrante do comitê "Defender o Haiti é defender nós mesmos”.

DOCSETOQUE. Fonte: CartazA sessão é realizada por Carlos Roberto Franke, professor da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da UFBA e coordenador do DOCSETOQUE, e conta com o apoio da VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz, além do Diretório Central dos Estudantes e da Associação de Pós-Graduandos da UFBA.

Segundo Carlos Franke, as ações militares de vários países no Haiti, que sofreu com a exploração colonial durante seu desenvolvimento, devem ser discutidas com maior profundidade e atenção. “Parece que pouca coisa mudou e a violência continua acontecendo com as ações dos estrangeiros”, explica Franke.

DOCSETOQUE

O projeto de extensão procura criar um espaço para a reflexão crítica sobre saúde e meio ambiente, através da exibição de documentários e de posterior discussão com especialistas do assunto abordado nas produções. Uma iniciativa do Laboratório de Audiovisual em Saúde e Meio Ambiente (LAVSAMB), o DOCSETOQUE busca estimular a produção audiovisual como ferramenta para reflexão e difusão do conhecimento.

Convidado do Café Científico da UFBA lança livro sobre restauração

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Livro Ecologia da Restauração, de Efraim Rodrigues. Fonte: CapaEcologia da Restauração é a nova obra de Efraim Rodrigues, Doutor pela Universidade de Harvard e professor da Universidade Estadual de Londrina. O livro tem lançamento previsto para sexta-feira (14/06), mas quem comprar a obra antes da data pagará R$ 89,60, com os custos da entrega sob responsabilidade da Editora Planta. O valor de capa será R$ 128,00.

O livro traz uma coletânea de histórias sobre restauração, desde Darwin brincando de Deus no meio do Atlântico e compra de terreno por um professor até mulheres Africanas que se sustentam com a técnica. Ecologia da Restauração vem sendo escrito há 12 anos, quando o autor lançou Biologia da Conservação, sua primeira obra. Os dois livros são complementares, pois o primeiro tratava da extinção das espécies, enquanto o segundo focaliza os caminhos para se ‘consertar’ a degradação da natureza.

Veja uma amostra da obra!

Segundo Efraim Rodrigues, esse é o primeiro livro sobre ecologia da restauração com ênfase tropical, ainda que possua outros exemplos. O autor tentou trazer uma visão ampla sobre o tema, com mais de 800 referências, dede livros e artigos científicos, até sites diversos, produções jornalísticas, filmes e vídeos no Youtube. “Assim como em Biologia da Conservação, este novo livro é fartamente ilustrado, com 123 imagens coloridas”, ressalta.

A ecologia da restauração é o campo que trata, na prática, da recuperação ambiental, tornando possíveis as condições originais da flora, fauna, solo e clima. Na concepção de Rodrigues, a preservação é imprescindível porque uma recuperação de ecossistema leva no mínimo 15 anos para ser feita, sendo necessário um estudo das áreas para se saber quais espécies existiam no local.

Efraim Rodrigues é o responsável pela conferência Ecologia da Restauração, a restauração da ecologia?, que ocorre às 18h no dia 17 de junho (segunda-feira), na Sala de Arte da UFBA, pelo Café Científico da UFBA. O projeto é uma realização da Pró-Reitoria de Extensão (Proext) da universidade, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Ensino, História e Filosofia das Ciências e com a LDM – Livraria Multicampi.

Efraim Rodrigues. Fonte: DivulgaçãoEfraim Rodrigues

Doutor pela Universidade de Harvard e professor na Universidade Estadual de Londrina, Rodrigues prestou consultoria para o Projeto de Cooperação Internacional Fodepal, da Organização de Alimentação e Agricultura da ONU, e escreveu os livros Biologia da conservação e Histórias impublicáveis sobre trabalhos acadêmicos e seus autores. Atua também como professor visitante nas universidades UFPR, PUC-PR, UNEB – Paulo Afonso e Unidade Duke – EUA.

Café Científico da UFBA debate sobre restauração de ambientes degradados

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A Sala de Arte da UFBA recebe a conferência Ecologia da Restauração, a restauração da ecologia? com a participação de Efraim Rodrigues, doutor pela Universidade de Harvard e professor da Universidade Estadual de Londrina. O encontro, que ocorre às 18h no dia 17 de junho (segunda-feira), é realizado pela Pró-Reitoria de Extensão (Proext) da UFBA, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Ensino, História e Fisolofia das Ciências e com a LDM – Livraria Multicampi.

“Efraim Rodrigues é um pesquisador de destaque quando se trata de ecologia e conservação, é um excelente nome para discutir questões ambientais. No que tange à comunicação com o grande público, seu blog Ambiente por Inteiro, por exemplo, mostra bem o sucesso de suas iniciativas”, ressalta Charbel Niño El-Hani, coordenador do Café Científico e professor do Instituto de Biologia da UFBA.

A ecologia da restauração é o campo científico que trata, na prática, da recuperação ambiental, tornando possíveis as condições originais da flora, fauna, solo e clima. Segundo Rodrigues, a preservação é imprescindível porque uma recuperação de ecossistema leva no mínimo 15 anos para ser feita, sendo necessário um estudo das áreas para se saber quais espécies existiam no local.

Efraim Rodrigues. Fonte- DivulgaçãoA degradação da ecologia está cada vez mais em evidência. A resposta do meio ambiente aparece com o aquecimento global, as tempestades, as secas, as inundações, os desmoronamentos, entre outros fatores. O tema suscita, inclusive, leis de comprometimento entre países, embora a fiscalização não seja fácil. Em projeto realizado em diversas escolas do Brasil, Efraim Rodrigues atua pensando a restauração ecológica através da coleta da água da chuva e da transformação de lixo em adubo.

Efraim Rodrigues

Doutor pela Universidade de Harvard e professor na Universidade Estadual de Londrina, Rodrigues prestou consultoria para o Projeto de Cooperação Internacional Fodepal, da Organização de Alimentação e Agricultura da ONU, e escreveu os livros Biologia da conservação e Histórias impublicáveis sobre trabalhos acadêmicos e seus autores. Atua também como professor visitante nas universidades UFPR, PUC-PR, UNEB – Paulo Afonso e Unidade Duke – EUA.

Café Científico

Coordenador pelo professor Charbel Niño El-Hani, o Café Científico possui três ramos. O Café Científico UFBA é trimestral e traz pesquisadores renomados em sua área para falar com o público universitário e a sociedade sobre temas relevantes na atualidade que demandam uma compreensão e um conhecimento científico. O Café Científico Salvador possui uma periodicidade mensal e acontece sempre no Auditório da Biblioteca Central dos Barris, trazendo pesquisadores de universidades e centros de pesquisa do estado da Bahia para falar para o público em geral, principal foco do evento, ainda que possua também participação do público acadêmico. Finalmente, o Café Científico Acta consiste numa série especial de cafés que ocorre durante a Semana de Arte, Cultura, Ciência e Tecnologia (ACTA) da UFBA com pesquisadores da própria universidade, focando no público acadêmico.

Evento destaca técnica e interpretação no uso do piano

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Miguel Angel Scebba. Fonte: FreewebsA Semana Internacional de Técnica e Interpretação Pianística acontece de 10 a 14 de junho e conta a participação de Miguel Angel Scebba, compositor, pianista e professor da Universidade de San Juan, na Argentina. O evento gratuito ocorre na Escola de Música (EMUS) e na Reitoria da UFBA e será composto por concertos, recitais e palestras. Os interessados em certificação e em participação devem preencher a ficha de inscrição na direção da EMUS, das 9h às 12h e das 13h às 18h.

Miguel Angel Scebba, que já se apresentou em mais de quinze países, realiza seu concerto no dia 11 de junho (terça-feira) às 20h na Reitoria da UFBA. O pianista recobre as diversas vertentes musicais em seu repertório, com ênfase aos períodos romântico e modernista. Destacam-se os ciclos das sonatas de Beethoven e Mozart, além das obras de Schumann, Chopin, Liszt, e das suas composições.

 

PROGRAMAÇÃO - 10 a 14 de junho

 

10 de junho (segunda-feira)

7h30 às 9h30 - Ensaio aberto da OSUFBA (Beethoven, Concerto nº 3 para piano e orquestra)

10h às 12h - Abertura do Evento e 1ª palestra

14h às 17h - Master-Classes

11 de junho (terça-feira)

7h30 às 9h30 - Ensaio geral aberto da OSUFBA (Beethoven, Concerto nº 3 para piano e orquestra)

20h - Concerto Miguel Angel Scebba e OSUFBA - na Reitoria da UFBA

12 de junho (quarta-feira)

9h às 12h - 2ª palestra

14:00 às 17:00 - Master-Classes

13 de junho (quinta-feira)

20h - Recital de piano solo - na Reitoria da UFBA

14 de junho (sexta-feira)

9h às 12h - 3ª Palestra

12h - Encerramento do evento