Proext divulga

Projeto | Três Sinais

Descrição: 

Curta-metragem Três Sinais será exibido na FACOM

 
 
A exibição do curta-metragem universitário “Três Sinais” acontecerá no dia 13 de dezembro (terça-feira), às 17h, seguido de mesa de conversa sobre a produção com a equipe e o elenco.
 
O projeto “Três Sinais” surge de uma inquietação sobre o desejo de produzir ficções no audiovisual. As novas dinâmicas da pandemia geraram reflexões sobre a necessidade de tirar ideias do papel, mesmo que de forma independente e ainda no processo de aprendizagem. 
 
O filme é baseado em um argumento feito para uma disciplina da Faculdade de Comunicação (Facom), onde o autor elabora uma história que une horror, sonhos e um olhar sobre questões da sociedade. A narrativa contada no curta é o pesadelo do nosso tempo reconfigurado: a monstruosidade do homem em seu lugar de poder imposto por ele e a sociedade patriarcal que o sustenta. O roteiro usa os aspectos da masculinidade tóxica e os preceitos patriarcais geradores de violência como base para seu desenvolvimento. ]
 
“Três Sinais” é o resultado do edital do PIBIExA 2022, produzido pelo fomento às experimentações artísticas pela Pró-Reitoria de Extensão (Proext) da UFBA, que tem como objetivo o incentivo à investigação e experimentos de estudantes da universidade. A proposta de exibição do filme vem como conclusão do edital. O objetivo é que o curta seja exibido e, em seguida, aconteça um bate-papo entre a equipe, elenco e o público. As discussões vão desde o processo de criação e execução do filme até os dilemas do cinema independente e sua importância para o cenário de desenvolvimento e resistência do cinema nacional.
 
Exibição do curta-metragem universitário “Três Sinais” seguido de mesa de conversa sobre a produção com a equipe e o elenco
 
Data: 13 de dezembro (terça-feira), às 17h
 
Local: Auditório da Faculdade de Comunicação da UFBA (Rua Barão de Jeremoabo, s/n - Ondina, Salvador/BA)
 

Evento | 50º Encontro Nacional do FORPROEX

Descrição: 

50º Encontro Nacional do FORPROEX – Fórum de Pró-reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras

 

O 50° Encontro Nacional do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras - FORPROEX ocorrerá na cidade de Salvador (BA) e tem como tema Extensão: consolidando paradigmas no ensino superior. O evento ocorrerá presencialmente entre os dias 29 de novembro e 01 de dezembro de 2022 no Campus I da Universidade Estadual da Bahia - UNEB.
 
O encontro visa reunir Pró-reitores e Pró-reitoras de Extensão de Instituições de Ensino Superior (IES) Federais, Estaduais e Municipais, a fim de debater: a cultura nas IES e seu papel na extensão universitária; a consolidação da inserção curricular da extensão nos cursos de graduação; o financiamento da Extensão; os indicadores da Extensão; as relações da extensão com a pesquisa e pós-graduação; e as mudanças administrativas trazidas pelas diretrizes da extensão universitária.
 
O FORPROEX é uma entidade voltada para a articulação e definição de políticas acadêmicas de extensão, comprometida com a transformação social para o pleno exercício da cidadania e o fortalecimento da democracia.
 
Mais informações e inscriçoes:
 
 
 
 

Evento | IV Encontro ARTE, CIDADE E URBANIDADES: fronteiras e confluências

Descrição: 

 

IV Encontro ARTE, CIDADE E URBANIDADES: fronteiras e confluências

o IV Encontro ARTE, CIDADE E URBANIDADES: fronteiras e confluências será um evento semipresencial. Na programação, uma conversa com Negô Bispo e uma palestra Casé Angatu, assim como comunicações de artigos, falas de convidados especiais e apresentações de vídeos. 
 
Interessados podem participar presencialmente ou por meio do Canal Youtube.
 
Conheçam a programação e se inscrevam para participar do evento. Serão expedidos certificados de participação como ouvinte para aqueles que assistirem a pelo menos 50% do evento e manifestarem interesse pelo documento. 
 
 
Inscrevam-se no Canal do YouTube do Grupo para serem informados deste e dos próximos eventos.
 
Acessos ao evento:
Salão Nobre da Escola de Belas Artes da UFBA
Av. Araújo Pinho, 212 - Canela, Salvador - BA, 41110-150
 
Canal Youtube do Urbanidades:
 
Links:

 

Projeto | Documentários sobre violência policial - Debate no Cineclube Nanook

Descrição: 

 

Documentários sobre violência policial são tema de debate no Cineclube Nanook

 

 

Com o tema Territórios Étnicos no Documentário, a 3ª sessão do IV Ciclo do Cineclube vai abordar documentários sobre violência policial

na Bahia e Rio de Janeiro.

 

O Cineclube Nanook promove no dia 26 de novembro, às 16h, pelo youtube, a terceira sessão do ciclo Territórios Étnicos no Documentário, que tem como tema as relações territoriais e étnico-raciais no contexto brasileiro, e o papel do audiovisual no tratamento dessa questão. Para essa sessão foram escolhidos dois curtas que abordam a questão da violência policial em dois estados: Bahia e Rio de Janeiro, respectivamente, Notícias de Uma Guerra Racial Subnotificada (REAJA, 2017, 14m23s) e Cada luto, uma luta (Ana Paula Oliveira e Victor Ribeiro, RJ, 2015, 19min).

 

 

Notícias de Uma Guerra Racial Subnotificada é um filme-panfleto, produzido pelo movimento Reaja ou será mort@, sobre o caso que ficou conhecido como Chacina do Cabula e é mais uma ação para pedir que o caso seja analisado pela Justiça Federal com a retomada do julgamento. O curta-documentário coloca em evidência a brutalidade policial e a seletividade do sistema de justiça criminal que tem o povo negro como alvo.

 

 

O segundo filme do debate é “Cada luto, uma luta”, um documentário sobre a luta de uma mãe por justiça, pela morte de seu filho Johnatha Oliveira, assassinado aos 19 anos por um policial da UPP de Manguinhos com um tiro nas costas. Dirigido por Ana Paula Oliveira e Victor Ribeiro, o curta é uma das ações do movimento Mães de Manguinhos, que atua no Rio de Janeiro e realiza o acolhimento das mães e familiares das vítimas da violência do Estado, assim como a luta por justiça e pelo fim da violência policial.

Para debater o tema e o filme, a mesa conta com a presença de duas importantes convidadas. Ana Paula Oliveira, mulher negra, moradora de Manguinhos (RJ), Pedagoga, mãe de vítima de violência do Estado, teve seu filho Johnatha assassinado pela polícia militar em 14 de maio de 2014, no Rio de Janeiro. A partir do caso, Ana Paula foi cofundadora e coordena hoje o Movimento Mães de Manguinhos (RJ) e integra o FSM (Fórum Social de Manguinhos). Ademais, também estará presente Lígia Bittencourt, estudante do curso de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), militante da organização Reaja ou será mort@ (BA), uma articulação de movimentos e comunidades de negros e negras da capital e interior do estado da Bahia, articulada nacionalmente e com organizações que lutam contra a brutalidade policial, pela causa antiprisional e pela reparação aos familiares de vítimas do Estado.

A mediação da conversa será feita por Pedro de Alencar, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia. Mestre e Bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense (UFF), atualmente é membro do LAF/Nanook, e sua pesquisa tem como foco a dimensão ética da articulação da imagem de violência policial racista no documentário e em outros espaços.

 

Notícias de Uma Guerra Racial Subnotificada (REAJA, 2017, 14m23s) e Cada luto, uma luta (Ana Paula Oliveira e Victor Ribeiro, RJ, 2015, 19 min).

 

Sábado, 26 de novembro, às 16 horas, no canal do LAF no Youtube: https://bit.ly/3b5ICpf

 

 

O Cineclube Nanook ocorre no último sábado de cada mês, em ciclos temáticos, com o objetivo de oferecer um espaço de aprendizado e experiências acerca do universo do cinema documentário. Trata-se de um projeto de extensão desenvolvido por profissionais e estudantes vinculados ao núcleo Nanook, do LAF, um grupo de pesquisa em cinema e audiovisual do POSCOM/UFBA. Coordenado pela professora Morgana Gama, egressa do programa, o projeto tem, desde agosto de 2021, o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFBA. O Cineclube Nanook é supervisionado pelo prof. José Francisco Serafim, coordenador do núcleo Nanook, de estudos do cinema documentário, com colaborações eventuais do prof. Guilherme Maia e demais integrantes do núcleo Pepa, de estudos em cinema e audiovisual, mais voltado para obras ficcionais.

 

Instagram: @Cineclubenanook

Facebook: /lafposcom

Youtube: https://bit.ly/3b5ICpf

Site do LAF: http://lafposcom.com.br

 

 

Projeto | Fantasmagorias Dahomeanas

Descrição: 

Ocupação Fatasmagorias Dahomeanas

 

 

A abertura da ocupação Fantasmagorias Dahomeanas se instala e percorre o território da Casa do Benin, no Pelourinho, entre os dias 17 de novembro e 10 de dezembro deste ano.



Arte e tecnologia estão intrinsecamente ligadas, sendo ambas formas de produção do sensível. O que propomos é girar o globo, olhar a produção do saber e do poder a partir de outros eixos dessa encruzilhada. As ferramentas de tecnologias ancestrais nos trouxeram até aqui, e é a partir da ressignificação de imagens, territórios e saberes que envolvemos uma gama de pesquisadores, artistas e mestres tradicionais que articulam múltiplas temporalidades e territorialidades a fim de provocar a emergência de novos pensamentos e produções que transcendem e ultrapassam dicotomias e barreiras coloniais.

 

Nesta ocupação teremos Oficina de Dança, apresentação de pesquisas e rodas de conversas e o “Cineclube da Cobra”, que ocorrerá em três sessões, sendo elas:

 

22/11, às 14h - Sessão No Fluxo das Águas, onde serão exibidos “Merê”, de Urânia Munzanzu (BA); “IPORÍ - Primeiro Ato”, de Maya Quilolo (MG); “Caixa D’Água: Quilombo é Esse?” e “Pattaki”, ambos de Everlane Moraes (SE).

 

26/11, às 14h - Sessão Memórias e Ressonâncias, serão exibidos “O Dendê de Mestre Didi”, de Beth Formaginni (RJ) e “Porque Oxalá usa Ekodidé” de Clyde Morgan (BA).

 

03/12, às 14h - Sessão No Caminho do Som, serão exibidos os filmes “A Pedra do Caminho”, de Renata Amaral e “Niwe Bai - Caminhos do Ventos” do selo transmídia Mi Mawai.

 

Completa a programação a exposição coletiva “Onde as cobras (não) dormem: Imagens e (Re)Território” com a participação luxuosa de diversos artistas sediados na Bahia, com trabalhos em diferentes suportes e mídias. O coquetel de abertura acontece no dia 17/11, quinta-feira, às 17h, e a exposição permanece aberta à visitação de terça à domingo, até 10/12, na Galeria Lina Bo Bardi, no primeiro andar da Casa do Benin. Com curadoria de Lucas Brasil e David Sol, a exposição “(...)se localiza entre o despertar das cobras e o sono dos documentos.”

https://www.instagram.com/balaiofantasma/

 

 

Extensão | Estudantes indígenas lançam livros através do projeto Livro-Lugar

Descrição: 

Jovens estudantes indígenas lançam livros através do projeto de extensão Livro-Lugar da UFBA 

Em romance que pauta identidade, pertencimento e o desterro em ficção, e em coleção de dados biográficos, contos e cantigas de lideranças, livros movimentam-se por diferentes territórios com as palavras e imagens escolhidas por seus autores.

 

 

O projeto LIVRO-LUGAR convida e encoraja estudantes a percorrerem seu território poeticamente, por entre memórias, histórias e situações de troca, tomando seu Lugar como um Livro aberto, território de possibilidades poéticas e estéticas, alfabéticas ou não. Para muitos e muitas estudantes que, porventura, precisam estar fora de suas aldeias e quilombos na vida acadêmica presencial, este projeto mobiliza também um acolhimento.  

Assentados na coleção LIVRO-LUGAR em co-realização com o selo editorial EDTÓRA, do coletivo baiano Sociedade da Prensa, os livros “O que falam as águas?”, do escritor indígena Ezequiel Vitor Tuxá, e “Tecendo histórias do meu lugar”, de Ane Kethleen Pataxó, serão lançados em evento na UFBA, no Teatro Experimental da Escola de Dança (UFBA), no dia 25 de novembro, das 18h às 20h, com a presença de lideranças da aldeia Tuxá Kiniopará e da aldeia Tibá localizadas, respectivamente, em Ibotirama e Cumuruxatiba, na Bahia, em evento que prevê roda de conversa, mostra de documentário, roda de cantos indígenas (Awê), venda e autógrafo de livros pelos autores.

Este projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura, Centro de Culturas Populares e Identitárias e Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda do estado da Bahia

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Livros

O primeiro romance do escritor indígena Ezequiel Vitor Tuxá  “O que falam as águas?”, pauta identidade, pertencimento e o desterro sofrido por sua comunidade por conta da construção da hidrelétrica de Itaparica. Na ficção, durante uma falta de água em Porto dos Enxutos, uma onda de problemas atinge a população, que precisa utilizar a água do rio para realizar suas atividades diárias. Inconveniente para todas as pessoas, mas para Joaquim uma oportunidade de mergulhar em sua própria história.  História que há muito foi afogada.

Já o livro de Ane Kethleen Pataxó “Tecendo histórias do meu lugar” conta a história de Luciana Zabelê e Cacique Zé Fragoso, reunindo dados biográficos, contos e cantigas dessas lideranças Pataxó do Extremo Sul da Bahia, contadas por sua descendente, que tece as histórias de seu lugar e registra para as futuras gerações a história de seu povo. 

 

Sonho de universidade

Fazer transitar essas narrativas vai ao encontro do sonho de uma outra universidade que fomenta uma ecologia de múltiplos saberes e põe em roda os conhecimentos produzidos nas aldeias, nas matas, nas salas de aula, nos grupos de pesquisa, em espaços de luta e em tantos outros lugares possíveis. É no rastro desta universidade pluriepistêmica que esta coleção de livros movimenta-se por diferentes territórios e lança mão de uma série de narrativas contadas e impressas com as palavras e imagens escolhidas por seus autores. 

 

Ação de extensão

Como uma ação de extensão que pretende conectar a universidade e as comunidades tradicionais, mobilizando afetos e sabenças, o projeto LIVRO-LUGAR, coordenado pela artista professora Laura Castro, no Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos da UFBA, pretende criar rotas múltiplas de divulgação das produções de estudantes, como ação também de luta pela terra, de luta pela vida. O livro, assim, como um dispositivo que acende o encontro com outras pessoas, comunidades e organizações, fomenta alianças. O lançamento do livro tem o apoio institucional da Pró-reitoria de Extensão da UFBA e da Coordenação de Ações Artístico-Acadêmicas da Escola de Dança a partir da parceria com o grupo de pesquisa Corpolumen: redes de estudos de corpo, imagem e criação em dança. 

 

Jovens indígenas

Ezequiel Vitor Tuxá nasceu em Ibotirama, Aldeia Tuxá Kiniopará, Bahia, em 1997. É artista, estudante de psicologia, escritor e pesquisador. Lecionou as matérias Cultura Indígena e História, no ano de 2015, no colégio indígena de sua comunidade (ensino fundamental II). Em 2016 mudou-se para Salvador para estudar Psicologia na Universidade Federal da Bahia, e desde então vive em trânsito entre as duas localidades. Através de um trajeto criativo dentro de seu próprio território, realizou os projetos Audiolivro Tuxá Kiniopará: um presente do passado para o futuro e também o Álbum Sonoro Tuxá Kiniopará, ambos disponíveis no youtube e spotify. O que falam as águas? é seu livro de estréia.

Ezequiel Vitor Tuxá

 

Ane Kethleen Pataxó nasceu em Cumuruxatiba, Prado, Bahia, em 2000.É estudante, artista,  escritora indígena e pesquisadora. Em 2018, mudou-se para Salvador para estudar fisioterapia na Universidade Federal da Bahia, e um ano após, 2019, passou a integrar o projeto de extensão Livro-Lugar. Em 2022, realizou junto a sua comunidade o documentário Awê - Contos e Cantos do Cacique Zé Fragoso, premiado pelo Cultura na Palma da Mão (Prêmio Aldir Blanc), e em 2022, lança seu primeiro livro Tecendo histórias do meu lugar, premiado pelo edital Setorial de Culturas Identitárias 2019.

Ane Kethleen Pataxó

 

Lançamentos dos livros  “O que falam as águas?”, de Ezequiel Vitor Tuxá e  “Tecendo histórias do meu lugar”, de Ane Kethleen Pataxó, com participação especial de lideranças da aldeia Tuxá Kiniopará (Ibotirama) e da aldeia Tibá (Cumuruxatiba)

Data: 25 de novembro de 2022, das 18h às 20h no Teatro Experimental - Escola de Dança da UFBA 

Endereço: Avenida Milton Santos, s/n, Ondina | Salvador - Pavilhão de aulas Raul Seixas

Mais informações em @livrolugar no instagram (https://www.instagram.com/livrolugar/)

Projeto | T de Tubarão-Filme

Descrição: 

T de Tubarão - Filme de Pólen Acácio

 

"Vivências, memórias e relatos se apresentam nesta produção que conta sobre vidas e tempos de uma comunidade no Subúrbio Ferroviário de Salvador, denunciando a intervenção industrial e os danos causados, bem como a ressignificação do espaço por moradores locais." 

O filme veio de uma dúvida, uma busca pela história do lugar onde vivo, e um desejo de manter essa história viva através do tempo, tempo que desgasta o concreto, corrói o aço e enlameia os vidros, mas nunca apaga as memórias.

Lançamento no dia 26,  às 13h, na Mostra de Artes Visuais Favelarevela.

Local: Quial Tubarão - Paripe

Exibição gratuita com bate-papo depois!

T de Tubarão é uma produção @favela.revela em parceria com @quialtubarao , @aredeaoredor e @eumelaninaproducoes
Com apoio financeiro da Pró-reitoria de Extensão da UFBA.

 

Intervenção pintura TUPINAMBÁ YBAKA - O céu Tupinambá

Descrição: 

 

Uma das realizações do Re-Ocupação de Arte Indígena Antirracista (evento de exposição, encontros, debates e mostra de cinema em Salvador) foi a intervenção artística de pintura do mural na biblioteca central da UFBA, TUPINAMBÁ YBAKA - O céu Tupinambá, por Glicéria Tupinambá, que ocorreu no dia 3 de novembro.

Clique aqui para assistir o vídeo sobre a intervenção.

Além da intervenção, o evento contou também com a exposição Hãhãw: Arte Indígena Antirracista, a mesa na Academia de Letras da Bahia sobre Narrativas indígenas antirracistas e a Sessão Especial Sala de Arte Cinema do Museu Geológico - Cinco cenas da luta indígena antirracista, ocorridos entre 3 e 4 de novembro.

Para saber mais sobre esse e outros eventos, acompanhe a página no Instagram: instagram.com/arte_indigenaantirracista/

Ciclo Odundê 2022

Descrição: 

 

“CICLO ODUNDÊ 2022” INTEGRA EDIÇÃO DO PROJETO MEMÓRIASOREOGRÁFICAS 
 
 
No “Novembro Negro”, o evento homenageia o grupo da Bahia dos anos 80 que a partir da pesquisa Estudos do Movimento da Dança Afro-Brasileira levantou questões sobre ancestralidade, corpo, mulher, movimento, polirritmia e cultura negra. A ação comemora os 66 anos da Escola de Dança da UFBA e acontece de 16 a 18 deste mês
 
Em 1981 foi criado o grupo Odundê, com a proposta de articular aspectos da cultura negra na Bahia com a dança e com o ambiente da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia, tendo produzido trabalhos até os anos 2000. Quatro décadas depois de iniciada essa história, o Memorial de Dança da UFBA se dedicou a levantar, organizar e divulgar vestígios dos dez primeiros anos dessa trajetória artística. O compartilhamento com o público será realizado pelo projeto “Memórias Coreográficas: Ciclo Odundê 2022”, de 16 a 18 de novembro, no Hall de entrada e no Teatro Experimental da Escola de Dança. O evento é gratuito, aberto ao público da instituição e aos interessados.
 
A realização do “Ciclo Odundê” marca também a celebração do 66º aniversário da Escola de Dança da UFBA no ano de 2022. A programação conta com uma Abertura Cênica, Exposição e Rodas de Conversas. A estratégia metodológica do evento, incluindo o desenho da programação, conta com a colaboração de pessoas integrantes do Odundê: Conceição Castro, Edsoleda Santos, Tânia Bispo, Neuza Saadi, Sueli Ramos, Edileuza Santos, Monica Millet e Tião Oliveira, e ex integrantes do Grupo com seus testemunhos.  
 
 
PROGRAMAÇÃO ATIVIDADES:
 
Ação Cênica: recriações coreográficas de vestígios dos espetáculos Odundê e Marongé pelo próprio grupo. 
Participação: Conceição Castro, Sueli Ramos, Tânia Bispo; Edileuza Santos, Tião Oliveira, Mônica Millet. Convidados: Gilberto Santiago e Lucas de Gal.
Dia: 17 de novembro
Horário: 19h
Local: Teatro Experimental – Escola de Dança da UFBA
 
Abertura da Exposição Ciclo Odundê – 10 anos
Dia: 17 de novembro
Horário: 16 de novembro
Local: Átrio da Escola de Dança da UFBA (hall de entrada) 
 
Rodas de conversas
Participação: Conceição Castro, Tania Bispo, Sueli Ramos, Edileuza Santos, Neuza Saad, Monica Millet, Tião Oliveira e Edsoleda Santos.
Mediação: Clécia Queiroz e Margarida Seixas (Meg)
Dia 16 de novembro
Hora: 9h45 as 11h45
Local: Teatro Experimental da Escola de Dança da UFBA
            
Dia 18 de novembro
Hora: 18h30 as 11h45
Local: Teatro Experimental da Escola de Dança da UFBA
 

 

 

VI Simpósio de Pesquisas e Experiências em Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural

Descrição: 

 

A Rede Baiana de Ensino, Pesquisa e Extensão em Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural, através da CEPEX/SDR, realizará, mais uma vez e com muita satisfação, o VI Simpósio de Pesquisas e Experiências em Agricultura Familiar, que acontecerá presencialmente no Colégio Estadual Thales de Azevedo, Rua Adelaíde Fernandes da Costa, S/N - Costa Azul.

Quando: 15 dezembro de 2022

Local: Colégio Estadual Thales de Azevedo, Rua Adelaíde Fernandes da Costa, S/N - Costa Azul, Salvador - BA, 41760-040.

Período de Inscrições: até 30 novembro de 2022

Link para o Edital:  http://www.sdr.ba.gov.br/node/9244

Link para o Formulário de Inscrições: https://tinyurl.com/simposio6ba

 

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